Uma cena que muitos pacientes vivem
Marcia tem 58 anos e sempre foi independente. Professora aposentada, adora cozinhar para os netos e cuidar do jardim. Mas há dois anos, algo mudou. Abrir uma garrafa de água virou um desafio. Segurar uma xícara de café começou a doer. Escrever à mão, então, tornou-se quase impossível.
Ela tentou de tudo: pomadas, fisioterapia, até aquelas pulseiras magnéticas que a vizinha jurou que funcionavam. Nada resolvia. A dor na base do polegar não passava. Pior: estava piorando. Marcia começou a evitar segurar o neto no colo. Parou de fazer tricô. Deixou de ser quem sempre foi.
Quando finalmente procurou ajuda, ouviu um diagnóstico que mudaria tudo: rizartrose avançada. O médico explicou que o osso trapézio, na base do polegar, estava desgastado. E que existia uma cirurgia capaz de devolver sua vida. Marcia chorou. Não de tristeza, mas de alívio. Finalmente, havia uma solução real.
Se você se identificou com essa história, este artigo foi escrito para você.
O que está acontecendo com a sua mão
A rizartrose é o desgaste da articulação entre o osso trapézio e o primeiro metacarpo — a base do seu polegar. É como se a cartilagem que protege essa articulação fosse se apagando aos poucos, deixando osso roçar contra osso. E isso dói. Muito.
Essa condição é mais comum em mulheres acima dos 50 anos, especialmente após a menopausa. Mas também atinge homens e pessoas mais jovens que usam muito as mãos no trabalho. O polegar é responsável por quase 40% da função da mão. Quando ele dói, tudo fica difícil.
Os sintomas começam sutis: uma dorzinha ao abrir uma tampa, uma fraqueza para girar a chave. Com o tempo, a dor se torna constante. Aparece um inchaço na base do polegar. Você perde força. Tarefas simples como abotoar uma camisa ou abrir um pote viram batalhas diárias.
Muitos pacientes me procuram dizendo: "Doutor, eu não aguento mais viver com essa dor". E a boa notícia é: você não precisa.
Trapezectomia: a cirurgia que remove a dor pela raiz
A trapezectomia é um procedimento cirúrgico onde retiramos o osso trapézio — exatamente aquele que está causando toda a dor. Pode parecer assustador "tirar um osso", mas a verdade é que seu polegar funciona perfeitamente bem sem ele.
Depois da remoção, fazemos uma reconstrução com um tendão do próprio punho, que estabiliza a articulação e permite que você volte a usar a mão sem dor. É como trocar uma peça desgastada do carro por uma nova — só que aqui, usamos seu próprio corpo.
A cirurgia é feita com anestesia local e sedação. Você não sente nada. Dura cerca de 1 hora. A recuperação inicial leva de 4 a 6 semanas, com uso de tala e fisioterapia. Mas o resultado? Vale cada dia de espera.
Pacientes que viviam tomando anti-inflamatórios todos os dias voltam a ter uma vida sem remédios. Pessoas que não conseguiam segurar um copo voltam a cozinhar, dirigir, trabalhar. A trapezectomia não é só uma cirurgia. É um recomeço.
Quando procurar um cirurgião de mão
Existe um momento em que a dor deixa de ser um incômodo e se torna um roubo. Ela rouba sua autonomia, seu sono, sua alegria. Se você está adiando essa consulta, saiba que cada dia perdido é um dia a mais de sofrimento desnecessário.
Procure um cirurgião de mão especializado se você sente: dor constante na base do polegar que não melhora com remédios; dificuldade para segurar objetos ou abrir potes; inchaço visível ou deformidade no polegar; dor que acorda você durante a noite; perda progressiva de força na mão.
Muitos pacientes esperam anos antes de buscar ajuda. E nesse tempo, a articulação se desgasta ainda mais. Quanto mais você espera, mais complexa pode ser a recuperação. A rizartrose não melhora sozinha. Ela é progressiva.
Não deixe o medo te paralisar. O medo da cirurgia é sempre menor que o sofrimento de viver com dor crônica. E com um especialista experiente, você está em boas mãos — literalmente.
Como é o tratamento com o Dr. Alexandre Aoyagui
Com mais de 5.000 cirurgias de mão realizadas, o Dr. Alexandre Aoyagui é referência em cirurgia de mão em São Paulo. Formado pela USP e com atuação nos principais hospitais da cidade — como Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Sírio-Libanês —, ele alia técnica de ponta com um atendimento verdadeiramente humano.
A consulta é o momento de você ser ouvido. O Dr. Alexandre examina sua mão, avalia exames, explica todas as opções de tratamento e, principalmente, tira todas as suas dúvidas. Você nunca sai do consultório sem entender exatamente o que está acontecendo e qual o melhor caminho.
O consultório fica na Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo, em uma estrutura moderna e acolhedora. As cirurgias são realizadas em hospitais de excelência, com toda a segurança e conforto que você merece.
Não importa se você já tentou outros tratamentos antes. Não importa se a dor é antiga. O que importa é que existe solução. E ela pode começar com uma simples consulta. Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação. Sua mão — e sua vida — vão agradecer.
Histórias de quem não esperou
Roberto, 62 anos, marceneiro: "Eu achei que ia ter que largar meu trabalho. A dor no polegar estava insuportável. Não conseguia mais segurar as ferramentas. Fiz a trapezectomia com o Dr. Alexandre e hoje, oito meses depois, voltei a fazer os móveis que sempre amei. Foi a melhor decisão que tomei."
Silvia, 55 anos, dentista: "Como dentista, minhas mãos são meu instrumento de trabalho. Quando a rizartrose apareceu, entrei em pânico. Pensei que teria que me aposentar cedo. O Dr. Alexandre me explicou tudo com calma, fez a cirurgia, e hoje trabalho sem dor. Voltei a ter qualidade de vida. Só me arrependo de não ter procurado antes."
Essas histórias são reais. E elas poderiam ser a sua. Milhares de pessoas já recuperaram a função da mão e voltaram a viver sem limitações. A diferença entre continuar sofrendo e recomeçar está em uma decisão: agendar uma avaliação.
Não espere a dor piorar. Não espere perder mais tempo. Entre em contato hoje mesmo e dê o primeiro passo rumo a uma vida sem dor no polegar.
💬 Agendar avaliação com Dr. Alexandre
Quer entender melhor o tratamento?
Veja a página completa sobre Rizartrose com sintomas, diagnóstico e opções cirúrgicas.
