Imagem ilustrativa — cirurgia da mão

De Quervain: tenossinovite no polegar de quem cuida | SP

Dor no polegar ao pegar o neto no colo? Pode ser tenossinovite de De Quervain. Dr. Alexandre Aoyagui explica e ajuda. Agende em Moema, SP.

Dr. Alexandre Aoyagui
Dr. Alexandre Aoyagui Cirurgião de Mão — CRM-SP 128.880 — São Paulo
Dr. Alexandre Aoyagui
Escrito por Dr. Alexandre Yoiti Aoyagui
Cirurgião de Mão • CRM-SP 128.880 • RQE Cirurgia da Mão 114818 • Ortopedia 114817 • TEOT 12612
Corpo clínico: Hospital Israelita Albert Einstein • Hospital Sírio-Libanês • +5.000 cirurgias realizadas

Uma cena que muitos pacientes vivem

Dona Maria tem 62 anos e é a avó mais presente que você pode imaginar. Todos os dias, busca o pequeno Gabriel na escola e passa a tarde com ele enquanto os pais trabalham. Pegar o menino no colo, trocar fraldas, dar banho, preparar a mamadeira... tudo isso se tornou parte da sua rotina com muito amor.

Mas há três meses, Dona Maria começou a sentir uma dor aguda na base do polegar, especialmente ao pegar o neto no colo. No início, ignorou. "É coisa da idade", pensou. Tomou alguns anti-inflamatórios por conta própria. A dor melhorava um pouco, mas sempre voltava.

Até que numa tarde, ao levantar Gabriel do berço, sentiu uma fisgada tão forte que quase o derrubou. O polegar simplesmente não obedecia mais. Foi nesse momento que ela percebeu: não era normal. Não era "frescura". E não ia passar sozinho.

Se você está lendo isso agora e se identificou com a história da Dona Maria, saiba que você não está sozinha. E que existe um nome para o que você sente: Doença de De Quervain.

O que está acontecendo com a sua mão

A tenossinovite de De Quervain é uma inflamação que acontece nos tendões que passam pelo lado do punho, perto da base do polegar. Esses tendões deslizam dentro de um túnel estreito, e quando você faz movimentos repetitivos — especialmente pegar peso com o polegar afastado — esse túnel fica inflamado e inchado.

Pense numa corda passando dentro de um canudo. Agora imagine que esse canudo está apertado demais. A corda não consegue deslizar direito, trava, dói. É exatamente isso que acontece na sua mão.

Os sintomas mais comuns são: dor na base do polegar e no punho, dificuldade para segurar objetos, sensação de "travamento" ao mexer o polegar, e dor que piora ao torcer a mão ou fazer pinça com os dedos. Muitas avós relatam que a dor aparece ou piora exatamente ao pegar o neto no colo, fazer a "pinça" para segurar a mamadeira, ou ao torcer panos.

E não, você não está exagerando. A dor é real. A limitação é real. E quanto mais você espera, mais difícil fica o tratamento.

Por que avós e cuidadores são as maiores vítimas

Existe até um apelido carinhoso para esse problema: "De Quervain dos cuidadores" ou "pulso da vovó". E não é à toa. Cuidar de bebês e crianças pequenas exige uma série de movimentos que sobrecarregam exatamente os tendões afetados.

Pegar a criança no colo com o polegar afastado, segurar a mamadeira, dar banho sustentando a cabecinha, carregar no quadril com a mão aberta... são dezenas de micro-traumas ao longo do dia, todos os dias. O tendão não tem tempo de se recuperar.

Além disso, as mulheres acima de 50 anos já têm uma predisposição natural a esse tipo de inflamação, por conta de alterações hormonais. Some isso à sobrecarga do cuidado, e temos a tempestade perfeita.

Muitas avós sentem culpa por sentir dor. "Estou ajudando meu filho, como vou reclamar?". Mas cuidar de você mesma não é egoísmo. Pelo contrário: se você não tratar isso agora, em breve não conseguirá mais ajudar ninguém. A dor vai te impedir de pegar seu neto no colo. E isso, sim, seria triste.

Quando procurar um cirurgião de mão

Muita gente adia a consulta achando que a dor vai passar sozinha. Ou pior: continua se automedicando com anti-inflamatórios, escondendo o problema em vez de resolvê-lo. Mas existem sinais claros de que você não pode mais esperar.

Procure um cirurgião de mão especializado imediatamente se: a dor dura mais de duas semanas mesmo com repouso, você sente dor intensa ao fazer movimentos simples como abrir uma tampa ou torcer uma toalha, há inchaço visível na base do polegar, você já não consegue pegar seu neto no colo sem sentir dor, ou se os anti-inflamatórios pararam de funcionar.

Aqui está a verdade que poucos médicos te contam: quanto mais tempo você espera, menor a chance do tratamento conservador funcionar. No início, a maioria dos casos se resolve com imobilização, fisioterapia e infiltração. Mas se você deixar a inflamação virar crônica, a cirurgia se torna a única saída.

E mesmo que você tenha medo de cirurgia, saiba que o procedimento para De Quervain é simples, rápido e tem taxa de sucesso acima de 95%. O verdadeiro medo deveria ser perder a chance de voltar a viver sem dor.

Como é o tratamento com o Dr. Alexandre

Dr. Alexandre Aoyagui é cirurgião de mão com mais de 5.000 cirurgias realizadas, e atende nos principais hospitais de São Paulo, como Einstein e Sírio-Libanês. Seu consultório fica na Av. Ibirapuera 1753, em Moema, um espaço pensado para você se sentir acolhida desde o primeiro momento.

A primeira consulta é dedicada a entender sua história. Dr. Alexandre não quer apenas ver uma radiografia — ele quer saber como a dor está afetando sua vida. Quanto tempo você consegue ficar com seu neto? O que você deixou de fazer por causa da dor? Quais são seus medos?

O diagnóstico da tenossinovite de De Quervain é clínico, feito através de um exame físico cuidadoso. O teste de Finkelstein — que reproduz a dor ao desviar o punho com o polegar flexionado — costuma confirmar o diagnóstico na hora.

O tratamento começa sempre pelo método conservador: imobilização com tala específica, medicação anti-inflamatória adequada, e infiltração com corticoide, que tem excelente taxa de sucesso quando feita precocemente. Apenas nos casos crônicos ou que não respondem ao tratamento inicial é que a cirurgia é indicada — um procedimento simples, com anestesia local, que libera o túnel onde os tendões estavam presos.

E o melhor: Dr. Alexandre acompanha você em todo o processo. Da primeira consulta até a alta definitiva, você nunca estará sozinha.

Histórias de quem não esperou

Dona Regina, 65 anos, avó de três netos, chegou ao consultório praticamente sem conseguir mexer o polegar. Havia meses convivia com a dor, até que não conseguiu mais pentear o próprio cabelo. "Achei que fosse artrose, que não tinha jeito", contou. Após a infiltração guiada pelo Dr. Alexandre, em duas semanas já estava 80% melhor. Hoje, três meses depois, voltou a fazer tudo o que ama: cozinhar, cuidar dos netos, e até retomou as aulas de crochê.

Já a Sra. Beatriz, 58 anos, cuidadora profissional, não podia parar de trabalhar. A dor no polegar estava tão intensa que ela cogitou abandonar a profissão. "Eu sustento minha casa, não posso ficar sem trabalhar", dizia. Dr. Alexandre programou a cirurgia num formato que permitiu que ela voltasse às atividades leves em 15 dias. Hoje ela conta para todas as colegas: "Se eu soubesse que era tão rápido, teria feito antes. Perdi meses sofrendo à toa."

Essas histórias poderiam ser a sua. A diferença é uma decisão: parar de sofrer e procurar ajuda especializada agora.

Não deixe a dor roubar os momentos com quem você ama

Ser avó é uma das maiores alegrias da vida. Mas como aproveitar os sorrisos, as descobertas, os abraços apertados, se cada movimento dói? Quantos momentos preciosos você já perdeu porque não conseguia pegar seu neto no colo sem sentir aquela fisgada?

A tenossinovite de De Quervain não vai desaparecer sozinha. Quanto mais você adia, mais os tendões se inflamam, mais difícil fica o tratamento, e mais você se afasta de quem ama.

Dr. Alexandre Aoyagui já devolveu a qualidade de vida a centenas de avós, mães e cuidadoras que estavam exatamente na sua situação. Com um diagnóstico preciso e tratamento individualizado, é possível sim voltar a viver sem dor.

A agenda do Dr. Alexandre costuma lotar com semanas de antecedência, especialmente para primeiras consultas. Mas sua saúde não pode esperar. Entre em contato agora pelo WhatsApp e garanta sua avaliação. Às vezes, a diferença entre meses de sofrimento e o início da sua recuperação é uma mensagem de 30 segundos.

Você merece cuidar de quem ama sem sentir dor. E seu neto merece ter a avó presente, forte e sorrindo.

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Perguntas Frequentes

1. A tenossinovite de De Quervain tem cura?

Sim, tem cura definitiva. Com tratamento adequado — seja conservador ou cirúrgico — a taxa de sucesso é superior a 95%. O importante é não deixar o problema se tornar crônico.

2. Quanto tempo dura o tratamento?

O tratamento conservador pode levar de 4 a 8 semanas. Já a cirurgia, quando necessária, é rápida (cerca de 20 minutos) e a recuperação completa acontece em 4 a 6 semanas.

3. A infiltração dói muito?

A infiltração é feita com anestesia local e causa apenas um leve desconforto. A maioria dos pacientes relata que a melhora da dor compensa totalmente o procedimento.

4. Vou precisar parar de cuidar do meu neto?

Temporariamente, sim. Durante o tratamento, é fundamental dar repouso à mão. Mas isso é passageiro — logo você voltará a todas as atividades sem dor.

5. Posso continuar tomando anti-inflamatório por conta própria?

Não é recomendado. O anti-inflamatório mascara a dor, mas não trata a causa. Além disso, o uso prolongado pode causar efeitos colaterais sérios, especialmente em pessoas acima de 60 anos.

6. A cirurgia de De Quervain é perigosa?

Não. É um procedimento simples, feito com anestesia local, com baixíssimo risco de complicações. A maioria dos pacientes tem alta no mesmo dia e resultados excelentes.

Pronto para se livrar da dor?

Atendimento na Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo.
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Artigo escrito por Dr. Alexandre Aoyagui — Cirurgião de Mão em São Paulo.
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