Imagem ilustrativa — cirurgia da mão

Rizartrose: cirurgia do polegar em SP devolve força e vida

A artroplastia de suspensão trata a rizartrose com segurança. Cirurgião de mão em São Paulo com +5.000 cirurgias. Agende sua avaliação agora.

Dr. Alexandre Aoyagui
Dr. Alexandre Aoyagui Cirurgião de Mão — CRM-SP 128.880 — São Paulo
Dr. Alexandre Aoyagui
Escrito por Dr. Alexandre Yoiti Aoyagui
Cirurgião de Mão • CRM-SP 128.880 • RQE Cirurgia da Mão 114818 • Ortopedia 114817 • TEOT 12612
Corpo clínico: Hospital Israelita Albert Einstein • Hospital Sírio-Libanês • +5.000 cirurgias realizadas

Uma cena que muitos pacientes vivem

Marcia, 58 anos, professora de artes, estava sentada na mesa da cozinha tentando abrir um pote de café pela terceira vez naquela manhã. A dor na base do polegar era tão intensa que ela precisou pedir ajuda ao marido — novamente. Aquela cena se repetia todos os dias: segurar uma caneta, abrir a torneira, pegar a bolsa. Tudo doía.

Ela tentou conviver com a dor por quase dois anos. Usou pomadas, fez fisioterapia, tomou anti-inflamatórios. Alguns dias melhoravam, mas a maioria piorava. O polegar estava visivelmente inchado e ela já não conseguia fazer movimentos simples de pinça. Até que uma amiga, que havia passado pelo mesmo problema, disse algo que mudou tudo: "Você não precisa viver assim. Existe tratamento, e funciona".

Se você está lendo este texto, provavelmente já viveu algo parecido. A dor na base do polegar que não passa, a dificuldade para segurar objetos, a sensação de que sua mão está te abandonando. E talvez você também tenha adiado a consulta, achando que vai melhorar sozinho. Mas existe uma verdade que preciso compartilhar com você: quanto mais você espera, mais difícil fica a recuperação.

O que está acontecendo com a sua mão

O que Marcia tinha — e talvez você também tenha — é chamado de rizartrose. É o desgaste da cartilagem na articulação da base do polegar, aquela que conecta o primeiro osso do dedo (metacarpo) ao osso trapézio do punho. Quando essa cartilagem se desgasta, os ossos passam a se atritar diretamente, causando dor intensa, inflamação crônica e perda progressiva de força.

A rizartrose é mais comum em mulheres acima dos 50 anos, mas pode afetar qualquer pessoa que use muito as mãos em movimentos repetitivos. Costureiras, cabeleireiras, dentistas, artistas — profissões que exigem pinça e força do polegar estão em maior risco. O problema é que muitas pessoas normalizam a dor, acham que é "coisa da idade" ou que não tem solução.

Os sinais mais comuns são: dor ao apertar, segurar ou torcer objetos; inchaço visível na base do polegar; dificuldade para abrir potes, chaves ou portas; perda de força na mão; e, em casos avançados, uma deformidade visível, com o polegar "caído" para dentro. Se você reconhece esses sintomas, saiba que existe tratamento eficaz, e ele pode devolver sua qualidade de vida.

A técnica que mudou o tratamento da rizartrose

Durante anos, o tratamento cirúrgico da rizartrose era visto como complexo e com recuperação longa. Mas a medicina evoluiu, e hoje temos a artroplastia de suspensão — uma técnica moderna, segura e com resultados consistentes que devolvem força e função à mão.

Na artroplastia de suspensão, o osso trapézio desgastado é removido, e um novo sistema de estabilização é criado utilizando um dos seus próprios tendões. Esse tendão é usado para "suspender" o metacarpo, reconstruindo a articulação e eliminando o atrito doloroso. É como criar uma nova articulação, biológica, que permite movimentos sem dor.

O que torna essa técnica tão eficaz é o equilíbrio perfeito entre alívio imediato da dor e restauração da força ao longo das semanas seguintes. A maioria dos pacientes relata que a dor desaparece completamente após a recuperação, e a função da mão retorna de forma surpreendente. Você volta a segurar, apertar, torcer — volta a viver sem medo de usar sua própria mão.

Realizei centenas dessas cirurgias ao longo da minha carreira, e posso dizer com segurança: a artroplastia de suspensão transformou vidas. Pacientes que chegam ao consultório sem conseguir abrir uma torneira saem da recuperação voltando a tricotar, cozinhar, trabalhar e abraçar sem dor.

Quando procurar um cirurgião de mão

Muitos pacientes chegam ao meu consultório dizendo a mesma coisa: "Doutor, eu deveria ter vindo antes". E eles têm razão. Cada mês que você adia o tratamento é um mês a mais de dor, de perda funcional e, pior, de progressão do problema.

A rizartrose não melhora sozinha. Ela é degenerativa, ou seja, piora com o tempo. Quanto mais avançado o desgaste, mais complexa pode ser a cirurgia e mais longa a recuperação. Além disso, viver com dor crônica afeta sua saúde emocional, seu sono, sua produtividade e sua qualidade de vida.

Procure um cirurgião de mão se você apresenta: dor persistente na base do polegar por mais de três meses; dificuldade para realizar atividades cotidianas; perda de força na mão; inchaço ou deformidade visível; dor que não melhora com repouso ou medicação. Esses são sinais de que o tratamento conservador já não é suficiente.

Não espere a dor se tornar insuportável. Não espere perder sua independência. A cirurgia de rizartrose, quando indicada no momento certo, tem resultados excelentes. E você merece viver sem dor. Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação — minha agenda costuma lotar com semanas de antecedência, e cada dia conta.

Como é o tratamento com o Dr. Alexandre

Meu nome é Alexandre Aoyagui, sou cirurgião de mão e dedico minha carreira a devolver função e qualidade de vida para pessoas que sofrem com doenças da mão e punho. Ao longo de mais de uma década de prática, realizei mais de 5.000 cirurgias, sempre com o compromisso de unir técnica de excelência e cuidado humano.

Atendo nos principais hospitais de São Paulo, como Hospital Albert Einstein e Hospital Sírio-Libanês, e meu consultório fica na Av. Ibirapuera 1753, em Moema, uma localização central e de fácil acesso. Cada consulta é pensada para que você se sinta acolhido, ouvido e, principalmente, seguro de que está no caminho certo.

Meu protocolo de tratamento para rizartrose começa sempre com uma avaliação completa e individualizada. Analiso seu histórico, examino sua mão, solicito exames de imagem e, juntos, decidimos o melhor caminho. Em muitos casos, o tratamento conservador ainda é possível. Mas quando a cirurgia é indicada, você pode confiar: utilizamos as técnicas mais modernas, com anestesia confortável, recuperação guiada e acompanhamento próximo em cada etapa.

O pós-operatório da artroplastia de suspensão envolve imobilização inicial, seguida de fisioterapia supervisionada. A maioria dos pacientes retorna às atividades leves em 6 a 8 semanas, e às atividades completas em 3 a 4 meses. E o melhor: a dor desaparece. Você volta a viver, a trabalhar, a abraçar — sem medo, sem limitação.

Histórias de quem não esperou

Conheci Beatriz, 62 anos, cabeleireira há mais de 30 anos, que chegou ao consultório com as duas mãos comprometidas pela rizartrose. Ela mal conseguia segurar a tesoura, e a dor era tão forte que ela chorava ao pentear os cabelos das clientes. Beatriz tinha medo da cirurgia, mas tinha mais medo ainda de perder sua profissão. Operamos a mão direita primeiro, e três meses depois ela já estava de volta ao salão. Seis meses após a segunda cirurgia, ela me mandou uma foto segurando a tesoura com firmeza, sorrindo. "Doutor, eu renasci", ela disse.

Outro caso que marcou minha trajetória foi o de Roberto, 55 anos, executivo que perdeu a capacidade de assinar documentos e digitar sem dor. Ele adiou a cirurgia por quase um ano, com medo de ficar afastado do trabalho. Quando finalmente decidiu operar, a recuperação foi tão boa que ele voltou a trabalhar remotamente já na terceira semana, e presencialmente em dois meses. Hoje, Roberto joga tênis aos finais de semana e não sente mais nenhuma dor.

Essas histórias são reais — e podem ser a sua. Cada dia que você adia é um dia a mais sem qualidade de vida. Não deixe a dor roubar seus melhores anos. Entre em contato pelo WhatsApp, agende sua avaliação e descubra como a cirurgia de rizartrose pode transformar sua vida. Minha agenda é limitada, e quanto antes você começar, mais rápido você voltará a viver plenamente.

Perguntas frequentes sobre a cirurgia de rizartrose

Ao longo dos anos, recebi centenas de dúvidas de pacientes que consideram a cirurgia de rizartrose. Abaixo, reuni as perguntas mais comuns — e as respostas que você precisa saber antes de tomar sua decisão.

💬 Agendar avaliação com Dr. Alexandre

Quer entender melhor o tratamento?
Veja a página completa sobre Rizartrose com sintomas, diagnóstico e opções cirúrgicas.

Ver tratamento completo →

Perguntas Frequentes

1. A cirurgia de rizartrose dói muito?

A cirurgia é feita com anestesia, então você não sente dor durante o procedimento. No pós-operatório, a dor é controlada com medicação e costuma ser leve a moderada, diminuindo significativamente nos primeiros dias.

2. Quanto tempo dura a recuperação da artroplastia de suspensão?

A imobilização inicial dura cerca de 4 semanas, seguida de fisioterapia. A maioria dos pacientes retorna às atividades leves em 6 a 8 semanas e às atividades completas em 3 a 4 meses.

3. Vou perder força na mão após a cirurgia?

Não. A artroplastia de suspensão é feita justamente para restaurar a força. Com a fisioterapia adequada, a maioria dos pacientes recupera a força funcional e elimina a dor completamente.

4. A cirurgia é coberta por plano de saúde?

Sim, a cirurgia de rizartrose é coberta pela maioria dos planos de saúde, desde que haja indicação médica. Minha equipe auxilia em toda a parte burocrática para facilitar seu processo.

5. Posso operar as duas mãos ao mesmo tempo?

Geralmente, operamos uma mão de cada vez para permitir que você mantenha funcionalidade durante a recuperação. Após a recuperação da primeira, podemos planejar a segunda cirurgia, se necessário.

6. Como sei se preciso de cirurgia ou se o tratamento conservador funciona?

Essa avaliação é feita durante a consulta, com base no seu histórico, exame físico e exames de imagem. Se houver chance de melhora conservadora, sempre tentamos primeiro. A cirurgia é indicada quando os tratamentos clínicos já não trazem alívio.

Pronto para se livrar da dor?

Atendimento na Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo.
Hospital Israelita Albert Einstein · Hospital Sírio-Libanês.

💬 Falar com Dr. Alexandre agora

Leia também

Dupuytren contratura mão São Paulo: evite a recidiva após cirurgia

Saiba como evitar que os nódulos da Doença de Dupuytren voltem após a cirurgia. Dr. Alexandre Aoyagui explica os cuidados essenciais. Agende sua avaliação.

Epicondilite Lateral: o ângulo do mouse que machuca seu cotovelo

Dor no cotovelo ao usar o computador? Pode ser epicondilite lateral (cotovelo de tenista). Dr. Alexandre Aoyagui em São Paulo. Agende sua avaliação.


Artigo escrito por Dr. Alexandre Aoyagui — Cirurgião de Mão em São Paulo.
Agende sua avaliação pelo WhatsApp: clicando aqui.