Uma cena que muitos pacientes vivem
Maria tem 54 anos e é costureira há mais de 30. Ela sempre foi conhecida no bairro pela perfeição dos seus bordados e pela rapidez com que entregava os trabalhos. Mas nos últimos meses, algo mudou. Toda vez que ela pega a agulha, uma dor aguda atravessa a base do polegar direito. É como se algo estivesse travando ali dentro.
No começo, ela ignorou. Achou que era cansaço, idade, algo que passaria com uma pomada. Mas a dor só piorou. Abrir um vidro de palmito virou um desafio. Segurar o celular dói. E o pior: ela não consegue mais trabalhar como antes. As clientes estão reclamando do atraso, e Maria sente que está perdendo não só a renda, mas a identidade que construiu ao longo de décadas.
Se você se identificou com essa história, precisa saber: o que Maria tem é rizartrose, e ela não está sozinha. Profissionais que usam muito o polegar — costureiras, confeiteiras, dentistas, cabeleireiras — desenvolvem essa condição com frequência. E a boa notícia é que existe tratamento eficaz.
O que está acontecendo com a sua mão
A rizartrose é o desgaste da articulação que fica na base do polegar, chamada articulação trapézio-metacarpal. Essa junta é responsável por praticamente todos os movimentos que fazemos com o polegar: pinçar, segurar, girar, apertar.
Com o uso repetitivo ao longo dos anos, a cartilagem que protege os ossos vai se desgastando. Os ossos começam a se tocar diretamente, causando inflamação, dor intensa e aquela sensação de que o polegar está 'saindo do lugar'. Com o tempo, aparecem os inchaços, a perda de força e a dificuldade para realizar tarefas simples do dia a dia.
O grande problema é que a rizartrose é progressiva. Ou seja: se você não tratar, ela só vai piorar. A dor que hoje aparece no fim do dia pode se tornar constante. A perda de movimento pode se tornar irreversível. E aquilo que você faz com suas mãos — seu trabalho, seu hobby, sua independência — fica comprometido.
Por isso, ignorar os sinais não é uma opção segura. Quanto antes você procurar um cirurgião de mão especializado, melhores são os resultados do tratamento.
Por que profissionais manuais adoecem primeiro
Costureiras, confeiteiras, dentistas, cabeleireiras, massoterapeutas: o que todas essas profissões têm em comum? O uso intenso e repetitivo do polegar. Cada movimento de pinça, cada aperto, cada giro da mão aumenta a pressão sobre aquela pequena articulação na base do polegar.
Enquanto a maioria das pessoas faz alguns milhares desses movimentos por dia, quem trabalha com as mãos pode fazer dezenas de milhares. É como se o polegar estivesse em uma maratona todos os dias, sem descanso, sem recuperação adequada.
Além disso, muitas dessas profissionais são mulheres, e a rizartrose é mais comum no sexo feminino, especialmente após os 40 anos. A combinação de genética, hormônios e sobrecarga mecânica cria o cenário perfeito para o desgaste.
Se você trabalha com as mãos e começou a sentir dor na base do polegar, não espere a situação se tornar insustentável. Você não precisa escolher entre sua saúde e sua profissão. Com o tratamento adequado, é possível voltar a fazer o que você ama, sem dor.
Quando procurar um cirurgião de mão
Existe um momento em que a dor deixa de ser um incômodo e se torna um alerta vermelho. Se você reconhecer qualquer um desses sinais, não deixe para depois:
Dor que não melhora com repouso: você tirou uns dias de folga, usou pomada, tomou anti-inflamatório, mas a dor volta assim que você retoma as atividades.
Dificuldade para pegar objetos: abrir uma tampa de vidro, segurar uma caneta, girar uma chave na fechadura viraram tarefas dolorosas.
Inchaço na base do polegar: aquela região está inchada, avermelhada, quente ao toque.
Perda de força: você percebe que não consegue mais apertar com a mesma firmeza de antes.
Cada dia que passa sem tratamento é um dia em que a articulação continua se desgastando. E quanto mais avançado o quadro, mais complexo pode ser o tratamento. Não espere perder sua capacidade de trabalhar, de cuidar da casa, de viver com independência. O Dr. Alexandre Aoyagui já tratou milhares de casos como o seu e sabe exatamente o que fazer para devolver sua qualidade de vida.
Como é o tratamento com o Dr. Alexandre
O Dr. Alexandre Aoyagui é cirurgião de mão com formação pelos melhores centros do país e uma experiência que poucos profissionais têm: mais de 5.000 cirurgias realizadas. Ele atende nos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, referências em excelência médica, e também em seu consultório na Av. Ibirapuera, 1753, em Moema, São Paulo.
O tratamento da rizartrose começa sempre com uma avaliação detalhada. O Dr. Alexandre vai examinar sua mão, entender seu histórico, seus sintomas e o impacto da dor na sua vida. Em muitos casos, o tratamento pode começar de forma conservadora, com medicamentos, infiltrações e fisioterapia especializada.
Mas quando a rizartrose está em estágio avançado e o tratamento clínico não resolve, a cirurgia é a melhor solução. Existem diferentes técnicas cirúrgicas, e o Dr. Alexandre escolhe a mais adequada para cada paciente. O objetivo é sempre o mesmo: eliminar a dor, restaurar a função e permitir que você volte a usar sua mão normalmente.
O pós-operatório é acompanhado de perto, com orientações claras e suporte em todas as fases da recuperação. E o mais importante: você não estará sozinho nessa jornada. A equipe do Dr. Alexandre está preparada para tirar todas as suas dúvidas e garantir que você tenha o melhor resultado possível.
Histórias de quem não esperou
Ana Paula, 48 anos, confeiteira: 'Eu achava que ia ter que abandonar meu negócio. A dor no polegar estava tão forte que eu não conseguia mais abrir os sacos de açúcar, bater a massa, decorar os bolos. Tentei aguentar por meses, mas a situação só piorava. Quando finalmente procurei o Dr. Alexandre, ele foi muito honesto comigo: eu precisava de cirurgia. Fiquei com medo, mas hoje, seis meses depois, estou 100%. Voltei a trabalhar normalmente e a dor sumiu completamente. Meu único arrependimento foi não ter procurado antes.'
Cláudia, 56 anos, dentista: 'Como dentista, minhas mãos são meu instrumento de trabalho. Quando comecei a sentir dor na base do polegar direito, entrei em pânico. Não podia parar de atender, mas a dor estava me impedindo de segurar os instrumentos corretamente. O Dr. Alexandre me explicou tudo com muita calma, me mostrou as opções e me deu segurança para fazer a cirurgia. Hoje, dois anos depois, não sinto mais nada. Foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado.'
Essas histórias poderiam ser a sua. Não deixe a dor roubar mais dias da sua vida.
Não deixe para amanhã o que pode mudar sua vida hoje
Cada dia que você adia a avaliação é um dia a mais convivendo com dor, limitação e medo do futuro. E a verdade é que a agenda do Dr. Alexandre é limitada. Por ser um dos cirurgiões de mão mais procurados de São Paulo, as vagas para avaliação costumam esgotar rapidamente.
Você merece viver sem dor. Você merece voltar a fazer o que ama. E você merece ser atendido por um profissional que realmente entende do assunto e tem as mãos de quem já transformou a vida de milhares de pacientes.
Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação. Não espere a situação piorar. Não espere perder mais tempo, mais trabalho, mais qualidade de vida. O primeiro passo para sua recuperação está a uma mensagem de distância.
Dr. Alexandre Aoyagui — Cirurgião de Mão | Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo | Atendimento em hospitais Einstein e Sírio-Libanês | Mais de 5.000 cirurgias realizadas.
💬 Agendar avaliação com Dr. Alexandre
Quer entender melhor o tratamento?
Veja a página completa sobre Rizartrose com sintomas, diagnóstico e opções cirúrgicas.
