Imagem ilustrativa — cirurgia da mão

Rizartrose: cirurgia do polegar em São Paulo com Dr. Alexandre

Dor no polegar que não passa? Rizartrose tem tratamento. Agende avaliação com cirurgião experiente em São Paulo. Não deixe piorar.

Dr. Alexandre Aoyagui
Dr. Alexandre Aoyagui Cirurgião de Mão — CRM-SP 128.880 — São Paulo
Dr. Alexandre Aoyagui
Escrito por Dr. Alexandre Yoiti Aoyagui
Cirurgião de Mão • CRM-SP 128.880 • RQE Cirurgia da Mão 114818 • Ortopedia 114817 • TEOT 12612
Corpo clínico: Hospital Israelita Albert Einstein • Hospital Sírio-Libanês • +5.000 cirurgias realizadas

Uma cena que muitos pacientes vivem

Maria tem 54 anos e é costureira há mais de 30. Ela sempre foi conhecida no bairro pela perfeição dos seus bordados e pela rapidez com que entregava os trabalhos. Mas nos últimos meses, algo mudou. Toda vez que ela pega a agulha, uma dor aguda atravessa a base do polegar direito. É como se algo estivesse travando ali dentro.

No começo, ela ignorou. Achou que era cansaço, idade, algo que passaria com uma pomada. Mas a dor só piorou. Abrir um vidro de palmito virou um desafio. Segurar o celular dói. E o pior: ela não consegue mais trabalhar como antes. As clientes estão reclamando do atraso, e Maria sente que está perdendo não só a renda, mas a identidade que construiu ao longo de décadas.

Se você se identificou com essa história, precisa saber: o que Maria tem é rizartrose, e ela não está sozinha. Profissionais que usam muito o polegar — costureiras, confeiteiras, dentistas, cabeleireiras — desenvolvem essa condição com frequência. E a boa notícia é que existe tratamento eficaz.

O que está acontecendo com a sua mão

A rizartrose é o desgaste da articulação que fica na base do polegar, chamada articulação trapézio-metacarpal. Essa junta é responsável por praticamente todos os movimentos que fazemos com o polegar: pinçar, segurar, girar, apertar.

Com o uso repetitivo ao longo dos anos, a cartilagem que protege os ossos vai se desgastando. Os ossos começam a se tocar diretamente, causando inflamação, dor intensa e aquela sensação de que o polegar está 'saindo do lugar'. Com o tempo, aparecem os inchaços, a perda de força e a dificuldade para realizar tarefas simples do dia a dia.

O grande problema é que a rizartrose é progressiva. Ou seja: se você não tratar, ela só vai piorar. A dor que hoje aparece no fim do dia pode se tornar constante. A perda de movimento pode se tornar irreversível. E aquilo que você faz com suas mãos — seu trabalho, seu hobby, sua independência — fica comprometido.

Por isso, ignorar os sinais não é uma opção segura. Quanto antes você procurar um cirurgião de mão especializado, melhores são os resultados do tratamento.

Por que profissionais manuais adoecem primeiro

Costureiras, confeiteiras, dentistas, cabeleireiras, massoterapeutas: o que todas essas profissões têm em comum? O uso intenso e repetitivo do polegar. Cada movimento de pinça, cada aperto, cada giro da mão aumenta a pressão sobre aquela pequena articulação na base do polegar.

Enquanto a maioria das pessoas faz alguns milhares desses movimentos por dia, quem trabalha com as mãos pode fazer dezenas de milhares. É como se o polegar estivesse em uma maratona todos os dias, sem descanso, sem recuperação adequada.

Além disso, muitas dessas profissionais são mulheres, e a rizartrose é mais comum no sexo feminino, especialmente após os 40 anos. A combinação de genética, hormônios e sobrecarga mecânica cria o cenário perfeito para o desgaste.

Se você trabalha com as mãos e começou a sentir dor na base do polegar, não espere a situação se tornar insustentável. Você não precisa escolher entre sua saúde e sua profissão. Com o tratamento adequado, é possível voltar a fazer o que você ama, sem dor.

Quando procurar um cirurgião de mão

Existe um momento em que a dor deixa de ser um incômodo e se torna um alerta vermelho. Se você reconhecer qualquer um desses sinais, não deixe para depois:

Dor que não melhora com repouso: você tirou uns dias de folga, usou pomada, tomou anti-inflamatório, mas a dor volta assim que você retoma as atividades.

Dificuldade para pegar objetos: abrir uma tampa de vidro, segurar uma caneta, girar uma chave na fechadura viraram tarefas dolorosas.

Inchaço na base do polegar: aquela região está inchada, avermelhada, quente ao toque.

Perda de força: você percebe que não consegue mais apertar com a mesma firmeza de antes.

Cada dia que passa sem tratamento é um dia em que a articulação continua se desgastando. E quanto mais avançado o quadro, mais complexo pode ser o tratamento. Não espere perder sua capacidade de trabalhar, de cuidar da casa, de viver com independência. O Dr. Alexandre Aoyagui já tratou milhares de casos como o seu e sabe exatamente o que fazer para devolver sua qualidade de vida.

Como é o tratamento com o Dr. Alexandre

O Dr. Alexandre Aoyagui é cirurgião de mão com formação pelos melhores centros do país e uma experiência que poucos profissionais têm: mais de 5.000 cirurgias realizadas. Ele atende nos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, referências em excelência médica, e também em seu consultório na Av. Ibirapuera, 1753, em Moema, São Paulo.

O tratamento da rizartrose começa sempre com uma avaliação detalhada. O Dr. Alexandre vai examinar sua mão, entender seu histórico, seus sintomas e o impacto da dor na sua vida. Em muitos casos, o tratamento pode começar de forma conservadora, com medicamentos, infiltrações e fisioterapia especializada.

Mas quando a rizartrose está em estágio avançado e o tratamento clínico não resolve, a cirurgia é a melhor solução. Existem diferentes técnicas cirúrgicas, e o Dr. Alexandre escolhe a mais adequada para cada paciente. O objetivo é sempre o mesmo: eliminar a dor, restaurar a função e permitir que você volte a usar sua mão normalmente.

O pós-operatório é acompanhado de perto, com orientações claras e suporte em todas as fases da recuperação. E o mais importante: você não estará sozinho nessa jornada. A equipe do Dr. Alexandre está preparada para tirar todas as suas dúvidas e garantir que você tenha o melhor resultado possível.

Histórias de quem não esperou

Ana Paula, 48 anos, confeiteira: 'Eu achava que ia ter que abandonar meu negócio. A dor no polegar estava tão forte que eu não conseguia mais abrir os sacos de açúcar, bater a massa, decorar os bolos. Tentei aguentar por meses, mas a situação só piorava. Quando finalmente procurei o Dr. Alexandre, ele foi muito honesto comigo: eu precisava de cirurgia. Fiquei com medo, mas hoje, seis meses depois, estou 100%. Voltei a trabalhar normalmente e a dor sumiu completamente. Meu único arrependimento foi não ter procurado antes.'

Cláudia, 56 anos, dentista: 'Como dentista, minhas mãos são meu instrumento de trabalho. Quando comecei a sentir dor na base do polegar direito, entrei em pânico. Não podia parar de atender, mas a dor estava me impedindo de segurar os instrumentos corretamente. O Dr. Alexandre me explicou tudo com muita calma, me mostrou as opções e me deu segurança para fazer a cirurgia. Hoje, dois anos depois, não sinto mais nada. Foi a melhor decisão que eu poderia ter tomado.'

Essas histórias poderiam ser a sua. Não deixe a dor roubar mais dias da sua vida.

Não deixe para amanhã o que pode mudar sua vida hoje

Cada dia que você adia a avaliação é um dia a mais convivendo com dor, limitação e medo do futuro. E a verdade é que a agenda do Dr. Alexandre é limitada. Por ser um dos cirurgiões de mão mais procurados de São Paulo, as vagas para avaliação costumam esgotar rapidamente.

Você merece viver sem dor. Você merece voltar a fazer o que ama. E você merece ser atendido por um profissional que realmente entende do assunto e tem as mãos de quem já transformou a vida de milhares de pacientes.

Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação. Não espere a situação piorar. Não espere perder mais tempo, mais trabalho, mais qualidade de vida. O primeiro passo para sua recuperação está a uma mensagem de distância.

Dr. Alexandre Aoyagui — Cirurgião de Mão | Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo | Atendimento em hospitais Einstein e Sírio-Libanês | Mais de 5.000 cirurgias realizadas.

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Perguntas Frequentes

1. A cirurgia de rizartrose é muito dolorosa?

A cirurgia é feita com anestesia e o pós-operatório é controlado com medicação adequada. A maioria dos pacientes relata que a dor pós-cirúrgica é bem menor do que a dor que sentiam antes do procedimento.

2. Quanto tempo demora a recuperação da cirurgia?

O tempo varia conforme a técnica utilizada e o paciente, mas em geral a recuperação completa ocorre entre 3 e 6 meses. Atividades leves podem ser retomadas em poucas semanas com orientação médica.

3. Vou conseguir voltar a trabalhar normalmente?

Sim. O objetivo da cirurgia é justamente restaurar a função da mão e eliminar a dor. A grande maioria dos pacientes retorna às suas atividades profissionais normalmente após a recuperação completa.

4. Existe tratamento sem cirurgia para rizartrose?

Sim, nos estágios iniciais. Medicamentos, infiltrações e fisioterapia podem controlar os sintomas. Mas em casos avançados, a cirurgia é a opção mais eficaz para resolver definitivamente o problema.

5. A rizartrose pode voltar depois da cirurgia?

A cirurgia trata a articulação desgastada de forma definitiva. Quando bem realizada, os resultados são duradouros e a maioria dos pacientes não apresenta retorno dos sintomas.

6. Como agendar uma consulta com o Dr. Alexandre?

Entre em contato pelo WhatsApp do consultório. A equipe vai verificar a disponibilidade na agenda e agendar sua avaliação o mais rápido possível. Não deixe para depois.

Pronto para se livrar da dor?

Atendimento na Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo.
Hospital Israelita Albert Einstein · Hospital Sírio-Libanês.

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Artigo escrito por Dr. Alexandre Aoyagui — Cirurgião de Mão em São Paulo.
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