Uma cena que muitos pacientes vivem
Márcia, 42 anos, designer gráfica, estava terminando um projeto importante quando sentiu uma fisgada aguda na base do polegar. Não era a primeira vez. Há semanas, aquela dor insistente vinha piorando, especialmente ao segurar a caneca de café pela manhã ou ao pegar a bolsa. Ela tentou ignorar, aplicou gelo, comprou uma munhequeira na farmácia. Nada resolvia.
Na última semana, a dor se tornou insuportável. Márcia mal conseguia digitar, segurar o celular ou abrir uma porta. Foi ao pronto-socorro, onde um médico fez um teste simples: pediu que ela fechasse o punho com o polegar dentro e movesse o punho para baixo. A dor foi tão intensa que ela quase gritou. "Teste de Finkelstein positivo", disse o médico. "Você tem tenossinovite de De Quervain. Precisa procurar um especialista em mão."
Se você está lendo este artigo agora, é provável que sua história seja parecida com a de Márcia. Talvez você já tenha feito o teste. Talvez a dor esteja roubando sua qualidade de vida. E talvez você esteja se perguntando: o que eu faço agora?
O que está acontecendo com a sua mão
A tenossinovite de De Quervain tem um nome complicado, mas a explicação é simples. No lado do polegar do seu punho, passam dois tendões importantes: o abdutor longo e o extensor curto do polegar. Eles deslizam dentro de um "túnel" chamado primeiro compartimento extensor, revestido por uma membrana fina chamada sinóvia.
Quando você usa demais o polegar e o punho — digitando, segurando o bebê, fazendo movimentos repetitivos no trabalho — essa membrana inflama e incha. O túnel fica apertado. Os tendões não deslizam mais livremente. E cada movimento vira uma tortura.
O resultado? Dor intensa na base do polegar, que piora ao segurar objetos, torcer o punho ou fazer o movimento de pinça. Às vezes, você sente até um inchaço visível. E o teste de Finkelstein — aquele que o médico fez com você — dói porque coloca tensão exatamente nesses tendões inflamados.
A boa notícia é que a tenossinovite de De Quervain tem tratamento. A má notícia é que, quanto mais você espera, mais difícil fica resolver sem cirurgia. E é por isso que você está aqui agora — porque seu corpo está pedindo ajuda.
Por que o teste de Finkelstein é tão importante
O teste de Finkelstein é o exame clínico mais confiável para diagnosticar a tenossinovite de De Quervain. Ele é simples, rápido e não precisa de equipamentos. O médico pede que você feche o punho com o polegar dentro dos outros dedos e, então, desvie o punho na direção do dedo mínimo. Se a dor for aguda na base do polegar, o teste é positivo.
Mas por que esse teste dói tanto? Porque ele estica exatamente os tendões inflamados, aumentando a pressão dentro do compartimento já estreitado. É como apertar um machucado — a dor confirma o diagnóstico.
Muitos pacientes chegam ao meu consultório assustados, achando que vão precisar de ressonância magnética ou outros exames caros. Na maioria dos casos, o exame clínico é suficiente. Minha experiência com mais de 5.000 cirurgias de mão me permite identificar a De Quervain em poucos minutos. Claro que, em casos de dúvida ou quando há outras condições associadas, podemos pedir uma ultrassonografia ou ressonância. Mas o teste de Finkelstein, quando bem feito, já nos dá a resposta.
Se você fez esse teste e sentiu aquela dor característica, não ignore. Seu corpo está sinalizando que algo precisa ser tratado. E quanto antes você agir, maiores as chances de resolver sem cirurgia.
Quando procurar um cirurgião de mão
Aqui está a verdade que muitos médicos não contam: a tenossinovite de De Quervain não tratada pode se tornar crônica. Você pode passar meses — até anos — convivendo com dor, limitação e dependência de anti-inflamatórios. E quanto mais tempo passa, menor a chance de tratamentos conservadores funcionarem.
Procure um cirurgião de mão especializado se você estiver vivendo alguma dessas situações: a dor não melhora após duas semanas de repouso e gelo; você já usou munhequeira e anti-inflamatórios sem resultado; a dor está atrapalhando seu trabalho ou suas atividades do dia a dia; você sente fraqueza ao segurar objetos; ou se já fez infiltração e a dor voltou.
Atenção especial para mães recentes: segurar o bebê repetidamente, especialmente com o polegar estendido, é uma das causas mais comuns de De Quervain. Se você está amamentando e sentindo dor ao segurar seu filho, não espere. A condição pode piorar rapidamente.
Eu atendo no Hospital Israelita Albert Einstein, no Hospital Sírio-Libanês e no meu consultório na Av. Ibirapuera, 1753, em Moema. Minha agenda costuma ficar cheia com algumas semanas de antecedência, mas casos de dor intensa são priorizados. Não deixe a dor roubar mais dias da sua vida. Quanto antes você procurar ajuda, mais rápido voltará a viver sem limitações.
Como é o tratamento com o Dr. Alexandre
Quando você agenda uma consulta comigo, a primeira coisa que faço é ouvir sua história. Quero entender quando a dor começou, o que piora, o que melhora, como isso está afetando sua vida. Depois, faço um exame físico detalhado — incluindo o teste de Finkelstein — e, se necessário, solicito exames de imagem.
O tratamento da tenossinovite de De Quervain segue uma lógica clara. Primeiro, tentamos o tratamento conservador: imobilização com tala específica, medicação anti-inflamatória, fisioterapia especializada e, em muitos casos, infiltração com corticoide. Quando feita por um cirurgião de mão experiente, a infiltração tem alta taxa de sucesso, especialmente em casos recentes.
Mas se o tratamento conservador não funcionar — ou se você já vem sofrendo há meses —, a cirurgia pode ser a melhor opção. A cirurgia de De Quervain é um procedimento simples, rápido e muito eficaz. Fazemos uma pequena incisão na base do polegar, abrimos o compartimento que está comprimindo os tendões e aliviamos a pressão. É feita com anestesia local, dura cerca de 20 minutos e você vai para casa no mesmo dia.
Ao longo de mais de 5.000 cirurgias realizadas no Einstein, Sírio-Libanês e Hospital Moriah, vi pacientes voltarem a trabalhar, a cuidar dos filhos, a praticar esportes — tudo sem dor. A recuperação é rápida, e a satisfação é altíssima. Meu compromisso é devolver sua qualidade de vida com segurança, técnica e acolhimento.
Histórias de quem não esperou
Renata, 36 anos, fisioterapeuta: "Eu achei que ia melhorar sozinha. Passei seis meses fazendo autocuidado, tomando anti-inflamatório, usando tala. A dor só piorava. Quando finalmente procurei o Dr. Alexandre, ele foi direto: 'Você esperou demais, agora só com cirurgia'. Fiz a cirurgia numa sexta-feira e na segunda já estava trabalhando, só com um curativo pequeno. Me arrependo de não ter procurado antes. Perdi seis meses da minha vida por medo de uma cirurgia que foi mais simples que uma ida ao dentista."
Carlos, 51 anos, dentista: "Minha profissão depende das minhas mãos. Quando comecei a sentir dor ao segurar a caneta de alta rotação, entrei em pânico. Fui direto ao Dr. Alexandre. Ele tentou infiltração, e funcionou! Três meses depois, voltou. Dessa vez, optei pela cirurgia. Foram 15 dias de recuperação e nunca mais senti dor. Hoje opero normalmente, sem limitação nenhuma. A melhor decisão que tomei foi não esperar a dor virar crônica."
Essas histórias se repetem todos os dias no meu consultório. Pacientes que esperaram demais, sofreram demais, e que gostariam de ter agido antes. Não cometa o mesmo erro. Se você está sentindo dor, se o teste de Finkelstein foi positivo, se sua qualidade de vida está sendo roubada — chegou a hora de agir.
O próximo passo é seu
Você chegou até aqui porque está em busca de respostas. Talvez esteja sentindo dor agora mesmo enquanto lê este artigo. Talvez já tenha tentado de tudo e nada funcionou. Talvez esteja com medo de precisar de cirurgia. Eu entendo. E estou aqui para te ajudar.
Meu consultório fica na Av. Ibirapuera, 1753, em Moema, São Paulo. Também atendo no Hospital Israelita Albert Einstein e no Hospital Sírio-Libanês. Tenho mais de 15 anos de experiência, mais de 5.000 cirurgias realizadas e sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. Mas mais importante do que números é o compromisso que tenho com cada paciente: devolver movimento, eliminar dor e restaurar qualidade de vida.
Minha agenda costuma lotar rapidamente, mas sempre reservo espaço para casos urgentes. Não espere a dor piorar. Não deixe para amanhã o que pode ser resolvido hoje. Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação. Vamos juntos encontrar a melhor solução para o seu caso — seja com tratamento conservador ou cirurgia, você merece viver sem dor.
A decisão de cuidar da sua saúde começa agora. E eu estarei ao seu lado em cada passo dessa jornada.
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