Imagem ilustrativa — cirurgia da mão

De Quervain: tenossinovite no polegar atinge manicures em SP

Dor no polegar ao trabalhar? Pode ser De Quervain. Dr. Alexandre Aoyagui, especialista em mão, atende em Moema. Agende sua avaliação agora.

Dr. Alexandre Aoyagui
Dr. Alexandre Aoyagui Cirurgião de Mão — CRM-SP 128.880 — São Paulo
Dr. Alexandre Aoyagui
Escrito por Dr. Alexandre Yoiti Aoyagui
Cirurgião de Mão • CRM-SP 128.880 • RQE Cirurgia da Mão 114818 • Ortopedia 114817 • TEOT 12612
Corpo clínico: Hospital Israelita Albert Einstein • Hospital Sírio-Libanês • +5.000 cirurgias realizadas

Uma cena que muitos pacientes vivem

Juliana tem 34 anos e é manicure há quase dez anos. Trabalha em um salão na Zona Sul de São Paulo, atende até oito clientes por dia. Há três meses, começou a sentir uma dor estranha na base do polegar direito, do lado do punho. No começo, ignorou. "Deve ser cansaço", pensou. Mas a dor foi piorando. Hoje, segurar o alicate de cutícula dói. Abrir um pote de creme dói. Pegar a bolsa dói. E o pior: ela não consegue mais trabalhar no mesmo ritmo.

Juliana representa milhares de profissionais que usam as mãos de forma repetitiva todos os dias: manicures, artesãs, músicos, cabeleireiros, costureiras. Ela não sabe, mas o que sente tem nome: Doença de De Quervain, uma tenossinovite que inflama os tendões do polegar. E o que começou como um incômodo leve agora ameaça sua fonte de renda. Se você se identificou com essa história, este artigo foi escrito para você. Porque adiar o tratamento pode transformar um problema simples em algo muito mais sério.

O que está acontecendo com a sua mão

A Doença de De Quervain é uma inflamação que atinge dois tendões específicos do polegar: o abdutor longo e o extensor curto. Esses tendões passam por um túnel estreito no lado do punho, perto da base do polegar. Quando você faz movimentos repetitivos — como segurar uma tesoura, tocar violão, fazer crochê ou segurar um bebê no colo —, esses tendões friccionam contra esse túnel. Com o tempo, eles incham. O túnel aperta. E cada movimento vira um suplício.

Os sintomas mais comuns são: dor na base do polegar, principalmente ao fazer movimentos de pinça ou ao girar o punho; inchaço visível na região; sensação de "clique" ou travamento; e dificuldade para segurar objetos. Muitos pacientes relatam que a dor piora ao final do dia ou depois de usar muito a mão. E aqui está o problema: essa condição não melhora sozinha. Sem tratamento adequado, ela pode evoluir para uma dor crônica e limitar completamente sua capacidade de trabalhar e realizar tarefas simples do dia a dia.

A boa notícia? Quando diagnosticada cedo, a tenossinovite de De Quervain tem tratamento eficaz. E quanto antes você procurar um especialista, maiores as chances de resolver o problema sem cirurgia.

Por que essas profissões sofrem mais

Manicures, artesãs e músicos têm algo em comum: todos dependem de movimentos finos, repetitivos e prolongados das mãos. A manicure segura alicates e lixas por horas seguidas, fazendo movimentos de pinça centenas de vezes ao dia. A artesã que trabalha com bordado, crochê ou bijuterias usa o polegar constantemente para segurar, puxar, apertar. O músico — seja violonista, pianista ou baterista — exige precisão e força dos dedos em posturas que sobrecarregam os tendões.

Essas atividades criam o cenário perfeito para o desenvolvimento da De Quervain. O movimento repetitivo gera microtraumas nos tendões. A falta de pausas adequadas impede a recuperação. E muitas vezes, por medo de perder clientes ou compromissos, esses profissionais ignoram os primeiros sinais de dor. Até que um dia, a dor se torna insuportável.

Se você trabalha com as mãos e está sentindo dor no polegar há mais de duas semanas, não espere mais. O Dr. Alexandre Aoyagui atende profissionais como você todos os dias em seu consultório na Av. Ibirapuera, 1753, em Moema. A avaliação especializada pode ser o divisor de águas entre continuar trabalhando normalmente ou enfrentar meses de afastamento e dor.

Quando procurar um cirurgião de mão

Muitos pacientes chegam ao consultório do Dr. Alexandre com a mesma frase: "Achei que ia passar sozinho". Mas a verdade é que quanto mais você adia, mais difícil fica o tratamento. Existem sinais claros de que você não pode mais esperar:

1. A dor está presente mesmo em repouso, não só quando você trabalha.
2. Você já está tomando analgésicos com frequência e eles não resolvem mais.
3. Você sente fraqueza ao segurar objetos ou está deixando coisas caírem das mãos.
4. O inchaço na base do polegar aumentou ou não diminui.
5. Você está mudando a forma como trabalha para "compensar" a dor — e isso está afetando sua produtividade ou qualidade do serviço.

Esses sinais indicam que a inflamação está avançada. E aqui está o ponto crítico: se você continuar forçando a mão nessa condição, pode ocorrer degeneração do tendão, formação de aderências e até ruptura. O que poderia ser tratado com medidas conservadoras pode exigir cirurgia. O que poderia se resolver em semanas pode levar meses. Você não pode se dar ao luxo de perder tempo — sua mão é seu instrumento de trabalho.

Como é o tratamento com o Dr. Alexandre

O Dr. Alexandre Aoyagui é cirurgião de mão com mais de 5.000 cirurgias realizadas, formado e atuante em hospitais referência como Einstein e Sírio-Libanês. Seu consultório fica na Av. Ibirapuera, 1753, em Moema, com estrutura completa para diagnóstico e tratamento de patologias da mão e punho.

O tratamento da Doença de De Quervain começa sempre com uma avaliação detalhada. O Dr. Alexandre realiza testes clínicos específicos — como o Teste de Finkelstein — e, quando necessário, solicita exames de imagem para confirmar o diagnóstico e descartar outras condições. A partir daí, o plano de tratamento é individualizado.

Nos casos iniciais, o tratamento pode incluir: imobilização com tala para descanso dos tendões, medicação anti-inflamatória, e infiltração com corticoide, que tem alta taxa de sucesso quando realizada corretamente. Muitos pacientes apresentam melhora significativa já nas primeiras semanas. Nos casos em que o tratamento conservador não funciona — geralmente quando a condição já está instalada há muito tempo —, a cirurgia é indicada. É um procedimento rápido, feito com anestesia local, em que o Dr. Alexandre libera o túnel que está comprimindo os tendões. A recuperação é rápida e a maioria dos pacientes retorna às atividades em poucas semanas.

Mas o mais importante: você não está sozinho nessa. O Dr. Alexandre e sua equipe acompanham cada paciente de perto, do diagnóstico até a recuperação completa. E a agenda dele é limitada — profissionais que dependem das mãos têm prioridade no atendimento.

Histórias de quem não esperou

Carla, 41 anos, artesã: "Eu trabalho com bordado há 15 anos. A dor no polegar começou devagar, mas em dois meses eu não conseguia mais segurar a agulha. Fui ao Dr. Alexandre achando que ia precisar operar na hora. Ele me examinou, fez uma infiltração e me orientou a usar uma tala por três semanas. Em um mês, eu estava bordando de novo, sem dor. Hoje, dois anos depois, nunca mais tive problema. Só me arrependo de não ter ido antes."

Ricardo, 29 anos, violonista: "Sou músico profissional e a dor no polegar estava me impedindo de tocar. Cancelei dois shows porque não conseguia fazer pestana. Procurei o Dr. Alexandre por indicação de outro músico. Ele foi direto: 'Vamos tratar agora antes que piore'. Fiz o tratamento conservador, segui à risca as orientações, e em seis semanas estava tocando normalmente. Hoje faço exercícios de prevenção e nunca mais parei."

Essas histórias têm algo em comum: esses pacientes agiram rápido. Eles entenderam que a dor não ia sumir sozinha e que adiar só pioraria. E hoje, eles voltaram a fazer o que amam, sem limitações. Se você está lendo isso e se identificando, a pergunta é: quanto tempo mais você vai esperar?

Agende sua avaliação agora

A dor no polegar não é frescura. Não é "coisa da idade". E definitivamente não é algo que você precisa aceitar como parte do seu trabalho. A Doença de De Quervain tem tratamento, tem solução, e quanto antes você agir, mais rápido voltará à sua rotina normal.

O Dr. Alexandre Aoyagui está pronto para te ajudar. Com mais de 5.000 cirurgias realizadas e atuação em hospitais de referência como Einstein e Sírio-Libanês, ele é o especialista que você precisa para cuidar da sua mão. O consultório fica em Moema, na Av. Ibirapuera, 1753, com fácil acesso e estrutura completa.

Mas atenção: a agenda é limitada. Profissionais que dependem das mãos para trabalhar têm prioridade no atendimento, mas as vagas preenchem rápido. Não deixe a dor tomar conta da sua vida. Não deixe seu trabalho, sua arte, sua música serem limitados por algo que tem solução.

Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação. Sua mão merece o melhor cuidado. E você merece voltar a viver sem dor.

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Perguntas Frequentes

1. A Doença de De Quervain tem cura?

Sim, tem cura. Com o tratamento adequado — seja conservador ou cirúrgico —, a grande maioria dos pacientes se recupera completamente e volta às atividades normais sem dor.

2. Quanto tempo dura o tratamento?

Depende da gravidade. Casos iniciais podem melhorar em 3 a 6 semanas com tratamento conservador. Se houver necessidade de cirurgia, a recuperação leva cerca de 4 a 8 semanas.

3. Vou precisar parar de trabalhar?

Nem sempre. Em muitos casos, é possível adaptar a atividade ou reduzir a carga. O Dr. Alexandre avalia cada caso individualmente e busca soluções que permitam a continuidade do trabalho sempre que possível.

4. A infiltração dói muito?

O desconforto é mínimo e rápido. O Dr. Alexandre utiliza técnicas que tornam o procedimento bem tolerável, e o alívio que a infiltração proporciona compensa qualquer incômodo momentâneo.

5. Posso ter De Quervain nas duas mãos?

Sim, é possível, especialmente se você usa ambas as mãos de forma repetitiva no trabalho. O tratamento pode ser feito simultaneamente ou de forma sequencial, conforme o caso.

6. O que acontece se eu não tratar?

A dor tende a piorar e se tornar crônica. Pode haver degeneração do tendão, perda de força e limitação severa dos movimentos, exigindo tratamentos mais complexos e com recuperação mais longa.

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Atendimento na Av. Ibirapuera, 1753 — Moema, São Paulo.
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Artigo escrito por Dr. Alexandre Aoyagui — Cirurgião de Mão em São Paulo.
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