Uma cena que muitos pacientes vivem
Fernanda, 34 anos, sempre foi apaixonada por crossfit. Três vezes por semana, sem falta, ela estava na box treinando, desafiando seus limites. Até que um movimento simples — erguer o kettlebell — trouxe uma dor aguda na base do polegar que a fez largar o peso no chão.
No início, ela ignorou. "Deve ser só cansaço muscular", pensou. Mas a dor voltou. E piorou. Agora, até segurar a garrafa d'água durante o treino era um martírio. Abrir a porta do carro, virar a maçaneta, pegar a filha no colo — tudo ardia como se tivessem espetado uma agulha no punho.
Fernanda tentou gelo, pomadas, faixas de compressão. Nada funcionava. Quando finalmente procurou ajuda, ouviu o diagnóstico: Tenossinovite de De Quervain. O que ela não sabia é que esse problema é extremamente comum em atletas que fazem movimentos repetitivos com o polegar e punho — e que quanto mais ela esperava, mais difícil seria a recuperação.
Se você sente uma dor persistente na lateral do punho, principalmente ao movimentar o polegar, essa história pode ser a sua.
O que está acontecendo com a sua mão
A Doença de De Quervain é uma inflamação que acontece nos tendões responsáveis por afastar o polegar e levantar o punho. Esses tendões passam por um túnel estreito no lado do punho, coberto por uma bainha que os protege.
Quando você realiza movimentos repetitivos — como remar, fazer o swing do golfe, ou segurar barras e halteres no crossfit — esses tendões começam a inchar. A bainha também inflama. O espaço fica apertado demais. E o resultado é dor, inchaço e dificuldade para mover o polegar.
Muitos pacientes descrevem como uma dor em "queimação" ou "pontada" na lateral do punho, que piora ao tentar pegar objetos, fechar a mão ou torcer o punho. Às vezes, você até sente um "estalo" ou "crepitação" ao mexer o polegar.
Esse quadro não aparece de uma hora para outra. Ele se desenvolve ao longo de semanas ou meses de sobrecarga. Por isso, atletas que treinam intensamente são grupo de risco — especialmente remadores, golfistas e praticantes de crossfit, que exigem muito da pinça entre polegar e indicador, além de movimentos de torção do punho.
Por que remadores, golfistas e crossfitters sofrem tanto com isso
Cada esporte tem seus padrões de movimento, e alguns deles colocam uma carga tremenda sobre os tendões do polegar. No remo, por exemplo, o gesto de puxar o remo exige força contínua de preensão e extensão do punho — repetido centenas de vezes por treino. Isso cria microtraumas constantes nos tendões.
No golfe, o problema está no grip (pegada) do taco e na rotação do punho durante o swing. Muitos golfistas desenvolvem De Quervain no punho da mão de baixo (esquerda para destros), que faz o movimento de "desvio ulnar" — justamente o que mais irrita os tendões afetados.
Já no crossfit, a combinação é explosiva: kettlebell swings, snatches, cleans, front squats, muscle-ups — todos exigem pegada forte e estabilização do punho sob carga. Quando você adiciona volume alto de treino, pouca recuperação e técnica inadequada, a inflamação é questão de tempo.
O que une esses três grupos é simples: movimento repetitivo + carga + falta de descanso = inflamação crônica. E quanto mais você treina com dor, mais você agrava o quadro. Muitos atletas só procuram ajuda quando já não conseguem treinar — e aí, a recuperação é muito mais lenta e complexa.
Quando procurar um cirurgião de mão
Existe um momento certo para buscar ajuda — e ele é antes de a dor se tornar insuportável. Se você sente dor na base do polegar há mais de duas semanas, mesmo com repouso, esse é um sinal claro de que algo precisa ser avaliado.
Outros sinais de alerta incluem: dor ao acordar, dificuldade para segurar objetos leves, inchaço visível no punho, sensação de fraqueza na mão ou dor que irradia para o antebraço. Se você já tentou gelo, anti-inflamatórios e repouso por conta própria, mas nada melhorou, você está perdendo tempo precioso.
Muitos pacientes esperam meses antes de procurar um especialista. E quando chegam, o quadro já evoluiu para inflamação crônica, com espessamento da bainha dos tendões e até alterações ósseas. O tratamento fica mais longo, mais caro — e às vezes, cirúrgico.
A boa notícia? Quando diagnosticada cedo, a De Quervain pode ser tratada de forma conservadora, com imobilização, infiltração e reabilitação. Mas isso só acontece se você agir rápido. Cada semana que você adia, é uma semana a mais de inflamação ativa — e de risco de cronificação.
Se você é atleta e está sentindo esses sintomas, não normalize a dor. Agende uma avaliação agora pelo WhatsApp e evite que um problema simples se transforme em uma lesão grave.
Como é o tratamento com o Dr. Alexandre Aoyagui
O Dr. Alexandre Aoyagui é cirurgião de mão com mais de 5.000 cirurgias realizadas, formação pelo Hospital das Clínicas da USP e atuação nos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês. Seu consultório fica na Av. Ibirapuera, 1753, Moema, São Paulo — uma localização acessível e central para quem busca excelência no tratamento.
Na primeira consulta, o Dr. Alexandre realiza um exame físico detalhado, com testes específicos para De Quervain, como o Teste de Finkelstein — que reproduz a dor característica da doença. Se necessário, solicita ultrassom ou ressonância para avaliar o grau da inflamação.
O tratamento inicial é sempre conservador: imobilização com tala sob medida, medicação anti-inflamatória e, quando indicado, infiltração com corticoide guiada por ultrassom. Esse procedimento reduz a inflamação de forma rápida e precisa, permitindo que você retome suas atividades — inclusive o esporte — com segurança.
Se o quadro for crônico e não responder ao tratamento clínico, a cirurgia pode ser necessária. Trata-se de um procedimento simples, realizado com anestesia local, que libera a bainha dos tendões e elimina a compressão. A recuperação é rápida, e a maioria dos pacientes volta ao esporte em 4 a 6 semanas.
O diferencial do Dr. Alexandre está na escuta atenta, no diagnóstico preciso e no plano de tratamento personalizado. Ele entende que você quer voltar a treinar, competir, viver sem dor — e trabalha para que isso aconteça o mais rápido possível.
Histórias de quem não esperou
Ricardo, 42 anos, golfista amador, chegou ao consultório com dor há 4 meses. Ele já tinha tentado fisioterapia, acupuntura e até parado de jogar por algumas semanas. Nada resolveu. Após avaliação, o Dr. Alexandre indicou infiltração guiada. Dez dias depois, Ricardo voltou ao campo — sem dor, com movimentos livres. "Eu deveria ter procurado antes. Perdi meses de treino e campeonatos por medo de procurar um especialista", ele contou.
Juliana, 29 anos, remadora competitiva, tinha dor ao empunhar o remo há quase seis meses. Ela chegou ao ponto de não conseguir segurar a escova de dentes sem sentir pontadas. Depois de uma avaliação detalhada, o Dr. Alexandre realizou a cirurgia de liberação dos tendões. Juliana voltou aos treinos em 5 semanas, e três meses depois conquistou o pódio em uma competição estadual.
Essas histórias têm algo em comum: ambos demoraram para procurar ajuda. E ambos se arrependeram de não terem agido antes. A dor não vai embora sozinha. A inflamação não se cura com o tempo. Quanto antes você age, mais rápido você volta à sua vida sem limitações.
Se você se identificou com alguma dessas histórias, não deixe para amanhã. A agenda do Dr. Alexandre é limitada, e quanto mais cedo você agendar, mais cedo você terá seu diagnóstico — e seu plano de tratamento. Entre em contato agora pelo WhatsApp e dê o primeiro passo para se livrar da dor.
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