Uma cena que muitos pacientes vivem
Juliana segurava a pequena Laura no colo pela décima vez naquela madrugada. Era a terceira semana após o parto, e algo estava errado. Cada vez que pegava a bebê para amamentar, uma dor aguda atravessava seu punho, como se alguém cravasse uma agulha na base do polegar.
No começo, pensou que era cansaço. Afinal, ser mãe de primeira viagem é exaustivo. Mas a dor só piorava. Trocar fraldas virou um desafio. Segurar a mamadeira, impossível. E o pior: ela começou a sentir medo de pegar a própria filha no colo.
Uma amiga sugeriu: "Pode ser De Quervain, procura um especialista". Juliana nunca tinha ouvido falar. Pesquisou no Google naquela mesma noite e descobriu que não estava sozinha. Milhares de mães vivem essa dor silenciosa, achando que é normal, que vai passar. Mas não precisa ser assim. E quanto mais tempo você espera, mais difícil fica o tratamento.
Se você está sentindo essa dor agora, enquanto lê este texto, saiba: existe solução. E ela começa com um diagnóstico correto, feito por quem realmente entende de mão.
O que está acontecendo com a sua mão
A tenossinovite de De Quervain é uma inflamação que acontece nos tendões que controlam o movimento do polegar. Esses tendões passam por um túnel estreito no punho, cobertos por uma bainha que os protege. Quando você movimenta o polegar repetidamente — especialmente em torção — essa bainha inflama, incha e aperta os tendões.
O resultado? Dor intensa na base do polegar e no lado do punho, que piora ao segurar objetos, girar a mão ou fazer o movimento de pinça. Muitas pacientes descrevem como uma "fisgada" ou "queimação" que não passa.
Existe até um teste simples chamado Teste de Finkelstein: você fecha a mão com o polegar dentro dos outros dedos e inclina o punho para baixo. Se a dorfor insuportável, é um sinal clássico de De Quervain. Mas atenção: nunca faça autodiagnóstico. Só um cirurgião de mão pode confirmar e descartar outras condições graves.
E por que isso acontece justamente agora, quando você mais precisa da sua mão funcionando perfeitamente?
Por que a De Quervain ama atacar mães (e não é culpa sua)
Se você está passando por isso durante a amamentação ou logo após o parto, precisa saber: você não está exagerando a dor. E não, não é frescura. Existe uma explicação científica e emocional para isso.
Primeiro, as alterações hormonais. Durante a gravidez e amamentação, seu corpo produz relaxina e outros hormônios que afrouxam ligamentos — preparando o corpo para o parto. Mas esses hormônios também afetam os tendões das mãos, deixando-os mais vulneráveis a inflamações.
Segundo, o movimento repetitivo. Pegar o bebê no colo dezenas de vezes por dia, sempre com o polegar abduzido (afastado) e o punho em torção, cria um estresse enorme nos tendões. É como se você fizesse musculação sem parar, sem descanso, sem técnica adequada.
Terceiro, a sobrecarga emocional e física. Você dorme menos, come mal, está em constante alerta. Seu corpo não tem tempo de se recuperar. A inflamação se instala e se torna crônica.
Mulheres entre 30 e 50 anos são as mais afetadas, especialmente mães de primeira viagem e profissionais que usam muito as mãos (digitação, artesanato, cabeleireiras). Não é coincidência. É epidemiologia pura.
E aqui está o ponto crucial: quanto mais você ignora, mais o tendão sofre. O que começa como uma inflamação pode evoluir para fibrose, tornando o tratamento conservador ineficaz. Por isso, tempo é essencial.
Quando procurar um cirurgião de mão
Muitas pacientes me procuram meses — às vezes anos — depois dos primeiros sintomas. Quando pergunto por que demoraram, a resposta é sempre parecida: "Achei que ia passar sozinho", "Não queria incomodar", "Pensei que era frescura".
Não espere a dor se tornar insuportável. Existem sinais claros de que você precisa de avaliação especializada agora:
• Dor que persiste por mais de duas semanas, mesmo com repouso
• Dificuldade para segurar seu bebê, abrir potes ou girar chaves
• Inchaço visível na base do polegar
• Dor que acorda você durante a noite
• Fraqueza progressiva na mão
• Você está tomando analgésicos todos os dias
Se você reconhece dois ou mais desses sinais, não deixe para depois. Cada dia de espera é um dia a mais de inflamação crônica, um dia a mais longe da sua qualidade de vida.
E tem outro ponto: diagnóstico errado é comum. Muitas pacientes são tratadas para "tendinite" genérica, "LER", ou até problemas cervicais, quando na verdade têm De Quervain. O tratamento inadequado não só não resolve, como pode piorar.
Um cirurgião de mão experiente faz o diagnóstico em minutos, com exame clínico preciso. E quanto antes você começar o tratamento correto, maiores as chances de resolver sem cirurgia.
Como é o tratamento com o Dr. Alexandre
Aqui no consultório, a primeira coisa que você vai perceber é: você será ouvida. Não há pressa. Não há julgamento. Sua dor é real, e merece atenção total.
O Dr. Alexandre Aoyagui é especialista em cirurgia da mão com mais de 5.000 cirurgias realizadas, e atende nos principais hospitais de São Paulo: Einstein e Sírio-Libanês. Mas antes de pensar em cirurgia, o foco é sempre no tratamento conservador.
Na primeira consulta, fazemos:
• Avaliação clínica detalhada — não só da mão, mas do seu contexto: rotina, trabalho, maternidade
• Testes específicos para confirmar De Quervain
• Explicação clara e honesta sobre o que está acontecendo
• Plano de tratamento personalizado
O tratamento inicial pode incluir:
• Imobilização estratégica com órtese — sim, você vai conseguir continuar cuidando do bebê
• Anti-inflamatórios adequados (compatíveis com amamentação, se for o caso)
• Orientações de ergonomia e movimento
• Infiltração com corticoide — procedimento rápido, realizado no próprio consultório, com alívio em 48-72h na maioria dos casos
A cirurgia só é indicada quando o tratamento conservador falha após 6-8 semanas, ou em casos de fibrose já instalada. E quando necessária, é um procedimento rápido, com anestesia local, recuperação em 2-3 semanas.
O consultório fica na Av. Ibirapuera 1753, Moema, São Paulo — fácil acesso, estacionamento no local. E sim, a agenda costuma lotar rápido, especialmente para primeiras consultas. Não deixe para o mês que vem o que está tirando sua paz hoje.
Histórias de quem não esperou
Camila, 34 anos, mãe de gêmeos: "Quando cheguei no consultório do Dr. Alexandre, eu já não conseguia nem pentear meu cabelo. Foram quatro meses ignorando a dor, achando que era 'coisa de mãe cansada'. Na primeira consulta, ele fez o diagnóstico em cinco minutos e já me explicou tudo. Fizemos a infiltração na mesma semana. Em três dias, eu estava outra pessoa. Hoje, seis meses depois, zero dor. Meu único arrependimento? Não ter procurado antes."
Renata, 41 anos, dentista e mãe recente: "Eu trabalho com as mãos, então quando a dor começou, entrei em pânico. Será que vou ter que parar de trabalhar? Não posso tirar licença agora. O Dr. Alexandre foi super realista comigo: 'Dá para resolver, mas você precisa seguir o tratamento à risca'. Usei a órtese por três semanas, fiz a infiltração, ajustei alguns movimentos no trabalho. Resultado: voltei 100%, sem cirurgia. Mas ele deixou claro — se eu tivesse esperado mais, provavelmente precisaria operar."
Essas histórias têm algo em comum: decisão rápida. Elas não ficaram meses pesquisando na internet, tentando pomadas milagrosas, esperando melhorar sozinho. Elas agiram.
E você? Vai esperar mais quanto tempo?
O próximo passo é seu (e é agora)
Se você chegou até aqui, provavelmente está sentindo a dor agora. Talvez até segurando o celular de um jeito estranho para não forçar o polegar. Talvez adiando pegar seu filho no colo porque sabe que vai doer.
Você não precisa viver assim. E mais importante: você não deve esperar.
A tenossinovite de De Quervain tem tratamento eficaz, especialmente quando diagnosticada cedo. Mas ela também é progressiva — quanto mais tempo passa, mais o tendão sofre, mais difícil fica resolver sem cirurgia.
O Dr. Alexandre Aoyagui está em São Paulo, em Moema, pronto para te receber. Mais de 5.000 cirurgias de mão realizadas, dezenas de casos de De Quervain resolvidos todos os meses, experiência nos melhores hospitais do país.
A agenda enche rápido — especialmente para casos que precisam de atenção imediata. Não deixe sua dor para a semana que vem. Não espere "ver se melhora". Não normalize o sofrimento.
Entre em contato agora pelo WhatsApp e agende sua avaliação. A consulta pode ser o divisor de águas entre meses de dor e o alívio que você merece. Sua mão tem tratamento. Sua vida tem solução. Mas o primeiro passo é seu.
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